Os sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. As informações são da pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Populi.
O crescimento da preferência da internet entre os entrevistados mostrou a importância da mídia, que atualmente passa por uma discussão sobre a cobrança do conteúdo online da publicações. O assunto é discutido na Carta de Hamburgo, que trata dos direitos autorais na internet.
Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.
A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%).
Entre 25 de agosto e 9 de setembro, a pesquisa conversou com 2.500 pessoas, maiores de 16 anos, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvados. O estudo quer entender como o brasileiro se informa atualmente e qual é seu comportamento na frequência do consumo de mídia.
O estudo também perguntou quais são as fontes mais acessadas no dia-a-dia e a televisão ficou em primeiro, 99,3% afirmou que assiste TV. Completam o ranking: rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet – sites de notícias e blogs de jornalistas (52,8%), revista impressa (51,1), redes sociais (42,7%), versão online de jornais impressos (37,4%) e versão online de revistas (22,8%).
Outra questão foi a frequência de utilização dos meios de comunicação, que também foi vencida pela TV. 88,6% disseram que assistem Tv todos os dias; 3,1% apenas de segunda a sexta-feira; 2,5% apenas nos finais de semana; 5,1% sem frequência definida e 0,7% não se informa pelo meio.
Os sites são vistos diariamente por 30,9%; durante a semana por 3,8%; nos fins de semana por 4,1%; sem frequência definida por 14% e 47,2% não se informa pelo meio.
Nesta ordem, o rádio representa: 59,5%; 5,1%; 4,6%; 14,2% e 16,5%. Jornais impressos: 28,5%; 7%;10,8%; 23% e 30,6%. Redes sociais: 24,9%; 3,4%; 3,9%; 10,5% e 57%. Jornais online: 16,7%; 5,3%; 3,2%; 12,1% e 62,3%. Revistas: 10,4%; 8%; 7,5%; 25,1% e 48,9%. Sites das revistas: 7,5%; 3,6%; 2,2%; 9,4% e 77,2%.
Direto: Redação Adnews
Embora não seja da comissão organizadora, a Abepec também já preparou sua pauta para a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).
Não existe limites para criatividade, basta existir o propósito e o bom gosto para iniciar o desenvolvimento.
Até o final deste ano, o Ministério das Comunicações deve decidir pela adoção do padrão europeu de rádio digital, encerrando uma indefinição de três anos. O ministro Hélio Costa afirmou a Rádio Senado ontem (22/09), que somente o sistema DRM (Digital Radio Mondiale) contempla as transmissões digitais em ondas médias, para atingir a região amazônica.
Um estudo feito pela Cisco e o IDC, realizado a cada seis meses, apontou que o número de conexões banda larga no Brasil cresceu 16% durante o primeiro semestre deste ano. A 12ª edição do Barômetro da Banda Larga também mostrou que o país possui 13,6 milhões de conexões. No período analisado (janeiro a junho), foram 1,13 milhão de novas conexões fixas e 680 mil móveis. Entre junho de 2008 e 2009 a banda larga cresceu 36,5%.
O Senado debaterá, na próxima quarta-feira (26), a regulamentação das rádios comunitárias e TVs educativas no território nacional. A audiência pública será realizada pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação,Comunicação e Informática (CCT) da Casa. O encontro terá por objetivo definir, entre outros, critérios para a autorização de licenças de emissoras não comerciais.