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O vídeo produzido através do celular do Lukinha, não é uma ficção, mas é a dura realidade de um jovem “criativo” e ridículo da periferia. O fato é comum no nosso cotidiano: Presenciar jovens mal educados, larápio, sem um nível adequado de vocabulário. Grande parte sem objetivo profissional e pessoal.

Mas a intenção não é massacrar, mas expor a propaganda pessoal do rapaz que se tornou um excelente personagem de humor negro.

A reta final do Campeonato Brasileiro 2009 reserva surpresa fora dos campos para o ano que vem. De acordo com a coluna Radar On-line, da revista Veja, a Globo pode mudar o nome do Brasileirão para “Campeonato Brasileiro da Petrobras”. A estatal negocia um patrocínio com a emissora para conseguir a mudança.

Caso o negócio seja fechado, a Petrobras vai desembolsar R$ 15 milhões, embora ainda seja complicado acreditar que o público se acosume a chamar o tradicional Brasileirão de outra forma. Mudanças A Globo já tentou alterar as regras deste mesmo campeonato, o maior do Brasil.

Em outubro, a emissora travou disputa com a CBF – Confederação Brasileira de Futebol – para modificar a fórmula de disputa do torneio, que desde 2003 é por pontos corridos, para mata-mata. A disputa gerou polêmica de interesses. Alegando queda em sua audiência, a Globo queria convencer o Clube dos 13 a apoiar o retorno do mata-mata.

A emissora teria oferecido valores de cotas mais altas aos clubes e em troca quer que eles convençam a CBF a mudar o regulamento do campeonato. Ricardo Teixeira, presidente da entidade, não aprova a volta da disputa em mata-mata.

Fonte (Direto): Redação Adnews

Faz 18 anos que o mundo do rock perde a sua rainha.

O talentoso cantor, pianista, compositor, artista – Freddie Mercury, líder da banda britânica Queen. – Será homenajeado na cidade Feltham, subúrbio oeste de Londres onde migrara aos 16 anos, de Tanzânia – cidade natal.

Alí se inaugurará uma estrela estilo Hollywood para homenagear o artista vítima da AIDS. Uma das primeiras homenagens feita foi no dia 25 de novembro de 1992, foi inaugurada uma estátua em sua homenagem, com a presença de Brian May, Roger Taylor, da cantora Montserrat Caballé, Jer e Bomi Bulsara (pais de Freddie) e Kashmira Bulsara (irmã de Freddie), em Montreux, na Suíça, cidade adotada por Freddy como seu segundo lar.

Segue abaixo depoimento realizado – 24 de novembro de 2009 – pela mãe para BBC.

A atriz Scarlett Johansson perde  o papel de protagonista no remake de My Fair Lady para Keira Knightley. O papel principal é o mesmo que transformou a atriz Audrey Hepburn em um mito, em 1964.

O longa conta a romântica história de um homem da alta sociedade que, por causa de uma aposta, se empenha em transformar uma jovem vendedora de violetas pobre numa distinta senhorita.

Por fim, ninguém é perfeito, perdemos e ganhamos todos os dias.

Foi realizado um estudo na Inglaterra e o resultado mostra que os homens preferem garotas de tamanho “normal”, com algumas curvas.

Eles gostam mesmo de mulheres como Scarlett Johansson e Kate Winslet, do que figuras angulares como Victoria Beckham, Keira Knightley e a vazia Paris Hilton.

A pesquisa, realizada pela St. Andrews University e publicada em um jornal científico, envolveu um grupo significativo de estudantes masculinos, de 18 a 26 anos de idade.

Eles tinham que dar nota a fotos de mulheres, de acordo com a atração que exerciam. As que receberam notas mais baixas foram as mulheres abaixo do peso normal.

“Eles preferiram mulheres que estavam com o peso certo”. As acima do peso também receberam notas baixas.

Segundo a pesquisa, tanto as magras demais como as gordinhas foram consideradas, pelos estudantes, mulheres cuja saúde estava em risco. Entre os riscos apontados por eles para as gordinhas, havia diabetes, problemas cardíacos, artrite, câncer e problemas de fertilidade.

As magras demais, segundo os estudantes, podem ter problemas mentais, de fertilidade e baixa vitalidade.

Segundo o professor que conduziu a pesquisa, os alunos levaram uma mensagem clara para casa: pessoas que estão com seu peso normal são mais saudáveis e atraentes do que as outras.

Assista e acompanhe Scarlett Johansson  exibindo as suas curvas num vestido justo e sem alças na nova campanha da marca Dolce & Gabanna. Atriz protagoniza o novo anúncio da fragrância «L`eau The One», aparece mais «glamourosa» do que nunca. «Ele capta toda a beleza de uma mulher e os seus momentos de tranquilidade.

Fontes: O Fuxico, ACTIVA, Wikipedia.

O avanço inegável da Internet como uma plataforma de divulgação de conteúdos audiovisuais e jornalísticos continua estimulando debates no Legislativo sobre a necessidade ou não de se fazer um controle da exploração desse meio pelas empresas.

Além das iniciativas polêmicas de regulação da Internet e do PL 29/2007, que propõe regras unificadas para a TV por assinatura e chegou a incluir o tema em seu escopo, a Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira, 11, um debate sobre a possibilidade de se aplicar as restrições constitucionais ao capital estrangeiro também a portais de notícia na web. As regras de composição do capital das empresas de comunicação estão no artigo 222 da Constituição Federal.

Neste item, o Estado define que empresas jornalísticas e de radiodifusão só podem ser de propriedade de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos e 70% do capital votante deve, obrigatoriamente, pertencer a brasileiros direta ou indiretamente. A gestão do conteúdo também só pode ser exercida por brasileiros. Na visão da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert), estes princípios garantem a soberania e a preservação da cultura nacional, além de identificar com clareza as responsabilidades de quem presta este serviço público à nação.

A partir dessa interpretação, o consultor jurídico da Abert, Luiz Roberto Barroso, defendeu a validade dessas regras também para a divulgação de notícias e veiculação de conteúdos por empresas privadas em portais na Internet.

“O argumento central que se tem aqui é que, se as empresas jornalísticas, se as empresas de radiodifusão estão sob um regime jurídico, porque os portais de Internet estão sujeitos a outra regra se o objetivo maior é a soberania nacional?”, questionou o consultor. “Deveria haver a mesma regra, no mínimo, por isonomia.”

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) segue o mesmo raciocínio e alerta para a possibilidade de se configurar uma “competição desleal” entre os veículos de comunicação “do mundo real e do mundo virtual”. “A preocupação maior do constituinte não era com o meio, não era com o veículo, mas sim com o conteúdo e com quem o domina”, afirmou Tércio Ferraz, especialista em direito e representante da ANJ no debate. “Me parece claro que a leitura da Constituição deve ser a mesma nesses dois níveis.”

A advogada Thaís Gasparian, representante da Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet (Abranet), concordou com a análise das outras duas entidades. “A Abranet entende que, também por meio eletrônico, a distribuição de conteúdo deve ser feita por empresas nacionais”, declarou. Mas o pronunciamento consensual das associações retrata apenas um lado da discussão.

Questão complicada Para o especialista em Internet e diretor-presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), Demi Getschko, a implementação desses princípios nas empresas que atuam no universo virtual pode não ser tão simples. “Acho que não há como extrapolar isso para o mundo virtual até porque há uma dificuldade de classificar as empresas nesse meio.” Getschko acredita que uma discussão sobre como classificar essas companhias pode até ser válida, mas é importante encarar que, muitas vezes, não é possível saber sequer quem é o propagador das informações na Internet.

A análise do consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, considera esses dois lados da questão. Para Bechara, é importante não encarar a Internet como um meio em si, já que ela é apenas mais uma plataforma para veiculação de conteúdos. Nesse contexto, não seria necessário a análise específica do ambiente da Internet e as leis valeriam tanto para o ambiente real quanto para o virtual, sem que isso leve a um debate sobre a regulação da web. “A aplicação das normas é sobre as empresas e não sobre a Internet”, argumentou.

Nenhum dos deputados presentes no debate propôs uma normatização específica da Internet para resolver essa diferença de tratamento. Ainda assim o autor do requerimento, deputado Eduardo Gomes (PSDB/TO), que também preside a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), onde foi realizada a audiência, chamou atenção para a importância do debate e que o tema não será encarado como um “tabu”. Um dos alvos potenciais de uma eventual aplicação do artigo 222 sobre os portais de Internet é o Terra, empresa do grupo da Telefônica e que tem feito fortes investimentos na produção de conteúdo jornalísico e audiovisual.

As empresas foram citadas pelo deputado Emanuel Fernandes (PSDB/SP) em seus comentários na audiência e, embora os participantes não tenham comentado nominalmente sobre os efeitos da ação sobre as empresas da espanhola Telefônica, o representante da Abert fez uma brincadeira que resumiu a preocupação das radiodifusoras com uma provável expansão do capital estrangeiro na divulgação de conteúdos pela Internet. “Se ao invés de ver jogo de futebol no domingo a gente passar a ver touradas, não vai ser legal”, brincou Barroso.

Texto: Mariana Mazza
Direto da Tela Viva

A briga entre as emissoras Rede Globo e Record saí do limite do ibope e parte para o mundo real, na manhã desta quarta-feira (11), duas repórteres da Globo e da Record brigaram ao vivo para entrevistar o secretário-executivo de Minas e Energia, Márcio Zimmermann.

O assessor de imprensa do secretário informou à repórter da Record que logo após a gravação da Globo ela conseguiria sua entrevista. Mas, enquanto Zimmermann esperava entrar no ar, a repórter da Record insistiu em entrevistá-lo primeiro, o que ocasionou a briga.

Fonte: AdNews

wwwOs sites são o segundo veículo com mais credibilidade. Eles também são a segunda principal fonte de informação do Brasil. As informações são da pesquisa de mídia encomendada pelo Grupo Máquina ao Instituto Vox Populi.

O crescimento da preferência da internet entre os entrevistados mostrou a importância da mídia, que atualmente passa por uma discussão sobre a cobrança do conteúdo online da publicações. O assunto é discutido na Carta de Hamburgo, que trata dos direitos autorais na internet.

Jornais e revistas perderam mercado e o rádio obteve a melhor média entre os conceitos de avaliação de credibilidade, em uma escala de 1 a 10, com 8,21. Em seguinda está a internet com 8,20, TV com 8,12, jornal com 7,99, revista com 7,79 e redes sociais com 7,74.

A principal fonte de informação do país ainda é a TV que possui 55,9% de preferência. A internet está em segundo lugar com 20,4%. Depois aparecem: jornal impresso (10,5%), rádio (7,8%), redes sociais (2,7%), versão online de jornais impressos (1,8%), revista impressa (0,8%) e versão online de revistas (0,1%).

Entre 25 de agosto e 9 de setembro, a pesquisa conversou com 2.500 pessoas, maiores de 16 anos, no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza, Recife e Salvados. O estudo quer entender como o brasileiro se informa atualmente e qual é seu comportamento na frequência do consumo de mídia.

O estudo também perguntou quais são as fontes mais acessadas no dia-a-dia e a televisão ficou em primeiro,  99,3% afirmou que assiste TV. Completam o ranking: rádio (83,5%), jornal impresso (69,4%), internet – sites de notícias e blogs de jornalistas (52,8%), revista impressa (51,1), redes sociais (42,7%), versão online de jornais impressos (37,4%) e versão online de revistas (22,8%).

Outra questão foi a frequência de utilização dos meios de comunicação, que também foi vencida pela TV. 88,6% disseram que assistem Tv todos os dias; 3,1% apenas de segunda a sexta-feira; 2,5% apenas nos finais de semana; 5,1% sem frequência definida e 0,7% não se informa pelo meio.

Os sites são vistos diariamente por 30,9%; durante a semana por 3,8%; nos fins de semana por 4,1%; sem frequência definida por 14% e 47,2% não se informa pelo meio.

Nesta ordem, o rádio representa: 59,5%; 5,1%; 4,6%; 14,2% e 16,5%. Jornais impressos: 28,5%; 7%;10,8%; 23% e 30,6%. Redes sociais: 24,9%; 3,4%; 3,9%; 10,5% e 57%. Jornais online: 16,7%; 5,3%; 3,2%; 12,1% e 62,3%. Revistas: 10,4%; 8%; 7,5%; 25,1% e 48,9%. Sites das revistas: 7,5%; 3,6%; 2,2%; 9,4% e 77,2%.

Direto: Redação Adnews

Confira a humilde paródia de The Matrix intepretada pelo grupo de atores russos do Big Difference (Bolshaya Raznitsa), ainda desconhecidos no Brasil, tem Chaplin como Neo.

Ficção científica regada com o melhor pastelão, uma porção de detalhes divertidos próprios do cinema mudo.

Ref. http://www.mdig.com.br

15_mhg_tv_samsung_lcd32r71b_1Embora não seja da comissão organizadora, a Abepec também já preparou sua pauta para a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).

A associação representa 18 emissoras educativas de todo o país, incluindo a TV Brasil.

A Abepec propõe a definição em lei dos parâmetros balizadores do sistema público de comunicação com garantia orçamentária, controle social na gestão e diversidade cultural na programação. Para a associação, a criação da EBC foi um passo relevante para este objetivo, contudo, prega que outros passos precisam ser efetivados.

Para isso, as emissoras públicas estaduais desejam receber aportes da União e dos Estados para os investimentos necessários a seu funcionamento adequado, incluindo a migração para TV digital, o uso da interatividade e da multiprogramação.

A associação quer que haja a regulamentação do artigo 223 da Constituição, que estabelece a complementariedade entre os sistemas privado, público e estatal, nos termos estabelecidos nos Fóruns de TVs Públicas realizados em 2007 e 2009. Além disso, quer que haja a definição em lei dos objetivos e princípios da radiodifusão pública exploradas por entidades públicas ou privadas, que não o Poder Executivo federal ou de entidades de sua administração indireta.

A associação prega ainda que entre as definições, conste a obrigatoriedade da existência de Conselhos de Programação com participação da sociedade civil.

Por fim, a Abepec quer a participação de todas as emissoras que compõem o campo público de televisão nos recursos provenientes da Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública. Hoje, a contribuição é destinada exclusivamente à EBC.

Fernando Lauterjung
Direto da Tele Viva

kiss_fmNão existe limites para criatividade, basta existir o propósito e o bom gosto para iniciar o desenvolvimento.

Deve existir outros que gostem de besteira alheia para valorizar a criatividade que vai além dos extremos.

Google Maps é um serviço de pesquisa e visualização de mapas e imagens de satélite da Terra gratuito na internet fornecido e desenvolvido pela empresa Google.

O serviço disponibiliza mapas e rotas para qualquer ponto na Terra. Disponibiliza também imagens com possibilidade de zoom nas grandes cidades, como São Paulo, Nova Iorque, Paris.

Pequenas, médias e grandes empresas utilizam como meio de orientação para localizar a empresa, divulgar e outras como ações estratégicas da empresa.

Uso diferenciado do Google Maps
:: I Just Made Love ::

É um site que resgistra e mostra – em um mapa do mundo- onde as pessoas acabaram de praticar sexo. ” shows on the map of the world places where people just made love”.

Não tem nenhuma utilidade e não serve para nada. Mas vale a brincadeira, contribuir com as estatísticas e ver os resultados estampados em um detalhado mapa.

Acompanhe!
http://ijustmadelove.com/

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